Blog em férias...

A vida

A vida são deveres, que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já é Natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida...

Quando se vê, passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado..
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava
o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca
dourada e inútil das horas...
Seguraria o meu amor, que está a muito à minha frente, e diria
EU TE AMO...

Dessa forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta devido
à falta de tempo.

Não deixe de ter alguém ao seu lado
por puro medo de ser feliz.

A única falta que terás será desse tempo que infelizmente...
não voltará mais.

                  Mario Quintana


Após um longo período nos últimos dois anos minha vida real careceu de férias e minha família careceu de mim... entrarei de férias a partir de hoje e como vou viajar para um lugar bem longe da civilização, procurarei deixá-los na paz de Cristo, desejando antecipadamente boas festas, um Natal de luz, amor e equilíbrio e que 2010 nos possibilite um futuro venturoso e diferente do que o avistamos hoje... dedicarei os próximos dias à minha esposa, filhos, enfim, à minha família, que muito amo, e tentarei pensar um pouco em mim, deixando de lado esse meu inexplicável egoísmo e essa ilusão de que com palavras conquistaremos a liberdade, que sabemos repousa muito além do anonimato da rede mundial de computadores... agradeço aos presentes e ausentes, agradeço ao apoio dos amigos e peço perdão àqueles que por causa de minha falta de tato releguei à margem do que poderia ser considerado como uma promissora amizade... fiquem com Deus e que o Pai Maior nos guie por caminhos produtivos e que constantemente tenhamos a chance de fazer o bem pelos nossos semelhantes... até 2010...

A teocracia islâmica iraniana causava muita vergonha ao congresso, que a recebeu com tapete vermelho...

Visita do presidente do Irã ao Brasil gera protestos de parlamentares

"A visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil e ainda na tarde de hoje (23) ao Congresso Nacional causou protestos de alguns parlamentares. Os deputados Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) e Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) estenderam uma faixa no Salão Verde da Câmara com os dizeres "Holocausto nunca mais". Acompanhando os parlamentares estavam dois sobreviventes do Holocausto, entre eles, Ben Abrahan, 85 anos, natural da Polônia e presidente da Associação dos Sobreviventes do Nazismo no Brasil e vice presidente da Associção Mundial.

Abrahan disse que passou cinco anos e meio nos campos de concentração nazista e desqualificou Ahmadinejad que já negou a existência do holocausto. "Eu vi câmara de gás trabalhando dia e noite, eu vi chaminés de crematórios jogando fumaça negra com cheiro de carne queimada e agora vem esse indivíduo dizendo que não houve o Holocausto e ele ainda é recebido como chefe de Estado pelo nosso governo", criticou Ben Abrahan que é naturalizado brasileiro.

Segundo ele, no período em que esteve em campo nazista, todas as crianças, pessoas inválidas e velhas eram enviadas diretamente para a câmara de gás. O deputado Itagiba afirmou que a visita de Ahmadinejad é repudiada pela maioria dos parlamentares que defendem os direitos humanos. Ainda de acordo com o parlamentar, o holocausto matou mais de 6 milhões de inocentes. "A negação que o presidente faz do holocausto é um insulto e toda provocação deve receber uma resposta que é o repúdio." "É uma visita que causa muita vergonha ao Brasil e ao Congresso", disse Itagiba que é autor de um projeto que criminaliza o holocausto e aqueles que não o reconhecem."

Fonte: JB

Um único comentário meu:

► Marcelo, Zenaldo e Ben não queriam a visita de Mahmoud e estenderam duas faixas na entrada do congresso com os dizeres "Holocausto nunca mais"... Marcelo, Zenaldo e Ben bem que tentaram dizer que não gostavam da presença de Mahmoud e até ensaiaram dizer que a maioria dos parlamentares repudiava a visita insólita, cujo bafo cheirava a chaminés de crematórios, câmaras de gás e fumaça negra com cheiro de carne queimada, mas não foram ouvidos, afinal a maioria absoluta dos parlamentares estava jungida ao tapete vermelho que foi estendido para a passagem de Mahmoud, que se encontrou com José Ribamar, Michel, Luiz Inácio, Gilmar, Enzo, quer dizer Enzo não fora convidado, entre outros... Marcelo, Zenaldo e Ben bem que buscaram reagir, mas é que havia tantos Zés, Joões, Marias e Chicos abanando a fumaça negra para longe de Mahmoud que não deu para a imprensa noticiar, muito menos fotografar as tímidas faixas que Marcelo, Zenaldo e Ben haviam feito, por mais que quase fossem esmagados pela multidão de áulicos que renderam graça a Mahmoud, contrariando como sempre o que os milhões de Zés, Joões, Marias, Chicos e Clarices na verdade queriam... para falar a verdade, a imprensa não quis noticiar, muito menos fotografar... pena que as faixas nada representaram e pena que José Ribamar, Michel, Luiz Inácio e Gilmar não tenham contado e Marcelo, Zenaldo, Ben e os milhões de anônimos não tenham entendido é que não era Mahmoud que estava entrando no congresso nacional brasileiro, pisando no cortejo de parlamentares vendidos, mas sim a teocracia islâmica iraniana, que condiciona os poderes da fantasiosa república daquele país à religião que em nome de alah confere pesos diferentes a homens, mulheres e gays e que para a fumaça negra com cheiro de carne queimada precisará apenas de alguns termos de cooperação com povos silenciosos e omissos como o nosso... por exemplo...

Subsunção, o mais novo termo para definir o vale tudo do lulopetismo...

Caso Battisti: Tarso diz que grupo de ministros do STF tentou usurpar poder de Lula

"O ministro da Justiça, Tarso Genro, acusou um grupo de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de tentar usurpar o poder dado pelas urnas ao presidente da República, de ditar as regras sobre a política externa do país. Numa entrevista concedida no domingo ao site "Carta Maior", Tarso argumentou que cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidir sobre o caso do italiano Cesare Battisti. O ministro classificou de ilegal a decisão do STF de retomar o processo de extradição de Battisti após a concessão do refúgio político ao italiano pelo governo... "Isso (a tentativa do STF de dar a palavra final no caso) transferiria para o Poder Judiciário a legitimidade originária das urnas, que é outorgada ao presidente. Isso seria muito grave, uma espécie de subsunção, por meios 'suaves', que capturaria a legitimação dada pelas urnas ao chefe de Estado, que é o presidente da República, para definir inclusive a nossa política externa", disse Tarso..."

Fonte: O Globo


Alguns comentários meus:

1º- Subsunção = do latim sumo, ere, tomar, assumir, com o prefixo sub, em lugar de; tomar o lugar de...

2º- Tarso = osso situado no tornozelo humano...

3º- Genro = casado com a filha da sogra e do sogro...

4º- Grupo de ministros do Supremo Tribunal Federal = segundo o osso situado no tornozelo humano casado com a filha da sogra e do sogro, um bando de golpistas que quis tomar o lugar de Lula...

5º- Lula = molusco cefalópode marinho, da família dos oliginídeos, de corpo alongado, provido de nadadeiras triangulares e dez braços com ventosas, também chamado siba...

6º- Brasil = também conhecido como casa da sogra, único país do mundo onde siba e osso chamam o STF de grupo de golpistas e fica por isso mesmo, afinal subsunção nem o golpista que desertou na última hora sabe o que é...

Ahmadinejad e os direitos humanos

Por Denis Lerrer Rosenfield

A diplo-MÁ-cia brasileira segue o seu curso acelerado em direção ao não-reconhecimento dos direitos humanos, embora às vezes se compraza em dizer que faz precisamente o contrário. A visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, é mais um exemplo da omissão diplomática que beira a hipocrisia. Ela é posterior, por exemplo, ao constrangedor silêncio em relação a Darfur, no oeste do Sudão, onde tribos negras, não-muçulmanas, são massacradas por um governo islâmico radical, genocida. Trata-se de um genocídio em pleno século 21, com o qual o governo não deixa de pactuar, também em nome de conversas de "bastidores", supostamente mais eficazes. Os mortos que o digam! Enquanto isso, os assassinatos em massa prosseguem, com mais de 200 mil pessoas eliminadas, além das que são mutiladas por toda a vida. Na comemoração do Dia da Consciência Negra, essa é uma bandeira que deveria ter sido levantada com força, em nome da condenação mais enérgica do extermínio dessas tribos negras africanas.

A vinda de Ahmadinejad se faz, precisamente, depois de uma "eleição" condenada nacional e internacionalmente por ter sido fraudada, até por aiatolás do próprio regime, inclusive um ex-presidente e um ex-primeiro-ministro. Mesmo eles se insurgiram contra a guinada cada vez mais totalitária do regime, procurando, assim, distinguir duas formas de islamismo: o radical, de tendências totalitárias, e o que não o é. Foram escorraçados, menosprezados, e alguns de seus aliados e parentes, torturados e assassinados. Os clamores foram gerais, com a população ousando ir às ruas para protestar. E o fez com coragem, porque teve de se enfrentar com a famigerada "Guarda Revolucionária", uma espécie de SS do governo iraniano. Enquanto isso, o presidente Lula contentou-se em dizer que se tratava de um mero jogo de futebol, com os perdedores chiando por sua derrota. É uma afronta aos que, lá, lutam pela democracia, pelas liberdades.

O presidente iraniano tem em seu currículo, que mais se aproxima de uma folha corrida, uma série de declarações e atitudes que bem ilustram sua mentalidade totalitária. Não cessa de declarar a "inexistência do Holocausto judeu", que eliminou 6 milhões de pessoas, apenas por pertencerem a outro credo religioso. Prega a eliminação do Estado de Israel, imiscuindo-se diretamente nos conflitos do Oriente Médio, armando e financiando o Hamas e o Hezbollah, que compartilham a mesma ideologia. Aliás, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, condena energicamente essa ingerência na Faixa de Gaza. Deve-se, aqui, distinguir a recepção feita ao presidente da Autoridade Nacional Palestina, homem de paz e diálogo, que em tudo se diferencia do presidente iraniano. Misturar as duas coisas só pode ser fruto de desconhecimento ou de má-fé, sendo esta última alternativa a mais provável.

As perseguições feitas pelo governo Ahmadinejad atingem com força a Comunidade Bahá"i, pelo simples fato de se tratar de um credo religioso que diverge da religião oficial. O governo teocrático do Irã não suporta a divergência, a oposição, tudo identificando com condutas "desviantes", que devem ser eliminadas em nome da "saúde", da "pureza" política de seu regime. Comportamentos "desviantes" são também os dos homossexuais, objeto de condenações e perseguições, que bem revelam a natureza totalitária do regime dos aiatolás, avesso à tolerância religiosa, moral e política. As mulheres, igualmente, são consideradas seres inferiores, que não podem dispor da sua capacidade de livre escolha, devendo submeter-se a líderes religiosos que impõem seus códigos de conduta. Deve-se ressaltar que antes da chegada dos aiatolás ao poder as mulheres iranianas gozavam uma liberdade muito maior, a situação atual configurando um claro retrocesso.

Ora, é esse regime que o governo brasileiro toma por digno de acolhimento e, além do mais, considerando tudo o que se passa naquele país como sendo um mero produto de simples disputas internas. O nosso presidente ainda chegou a dizer que o projeto nuclear iraniano é "pacífico", por acreditar simplesmente na palavra de Ahmadinejad. Pode-se acreditar na palavra de uma pessoa que nega fatos históricos? Pode-se acreditar na palavra de uma pessoa que frauda as eleições em seu país? Pode-se acreditar na palavra de uma pessoa que elimina a liberdade de imprensa e dos meios de comunicação em geral? Pode-se acreditar na palavra de uma pessoa que impõe as suas decisões por intermédio de sua polícia política, sua SS, sua "Guarda Revolucionária"?

Procurar respaldar a diplo-MÁ-cia brasileira em nome de uma suposta não-ingerência em assuntos internos de outro país é mais uma hipocrisia manifesta, pois é isso, precisamente, que o Brasil está fazendo em Honduras, com a embaixada transformada em foco de insurgência bolivariana, também ela de corte totalitário. Contra todos os tratados internacionais, a embaixada concedeu não um "refúgio" a Manuel Zelaya, mas lhe ofereceu um quartel-general a partir do qual as diretrizes de Hugo Chávez são propagadas pelo mundo, graças à TeleSur, também lá instalada. A incoerência diplomática é patente no momento em que eleições constitucionalmente estipuladas, antes mesmo da deposição de Zelaya, estão para ser realizadas. A fraude eleitoral no Irã é elogiada, é assunto interno, enquanto as eleições hondurenhas são condenadas. Parece que a nossa diplo-MÁ-cia tem uma afinidade eletiva com regimes totalitários, algo nunca antes visto em nossa história diplomática. O tal do diálogo Sul-Sul nada mais é do que uma máscara que vela uma opção pelo desrespeito progressivo a escolhas democráticas e aos direitos humanos. Se esse é o preço a ser pago por um assento no Conselho de Segurança da ONU, a pergunta que se impõe é a seguinte: vale o preço?

Fonte: Estadão

Na Era da Mediocridade, o contrário de elite é escória

Por Augusto Nunes

Anunciada pelo triunfo eleitoral do presidente pronto para instituir a celebração da ignorância, a Era da Mediocridade começou pela captura do Poder Executivo. O Brasil nunca foi um viveiro de bons ministros de Estado. Mas nunca houve um primeiro escalão tão desoladoramente bisonho quanto o montado por Lula.

A segunda vítima foi o Legislativo. Desmoralizado em 2005 pelo escândalo do mensalão, o Congresso sucumbiu no último inverno à ofensiva feroz do baixo clero, que encontrou em cardeais de quinta como José Sarney e Renan Calheiros a sua mais perfeita tradução. O Brasil nunca teve motivos suficientes para orgulhar-se dos senadores e deputados que elege. Mas nunca elegeu numa única fornada tantos motivos para envergonhar-se.

A capitulação do Legislativo consumou-se no ano que poderá ser lembrado também pelo início da derrocada do Judiciário. Já em 2005, durante o reinado de Nelson Jobim no Supremo Tribunal Federal, multiplicaram-se evidências de que as togas do século 21 desconhecem a localização exata da fronteira que separa a Justiça da politicagem. Mas só na semana passada, com a infame decisão que não decidiu o Caso Battisti, os limites demarcados desde sempre foram escancaradamente violados por um ministro nomeado pelo ex-presidente Fernando Collor e quatro escolhidos por Lula...

Texto completo no Blog do Augusto Nunes

Um Estado obeso e sem funcionalidade nas mãos do cobra coral...

Medium alerta para novo apagão

"Para os supersticiosos e céticos, uma notícia que suscita debate entre os cidadãos e preocupação para o governo: a Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC), da medium Adelaide Scritori, enviou novo relatório para o Ministério de Minas e Energia – com o qual tem parceria – alertando para um novo apagão “na região Centro-Sul do país”, dentro de 40 dias, por conta, segundo a entidade, “do tempo severo e ventos fortes e destrutivos em formação”. A FCCC é bancada por empresários e atua gratuitamente para o governo e prefeituras, como a do Rio. Há quem acredite e quem duvide dessas previsões, mas a entidade ancora-se em fatos, com testemunhas. No início do ano passado, o MME recebeu relatório prevendo apagão este ano.

A medium chegou ao Planalto pelo então presidente José Sarney, quando o alertou para não voar para o Japão no Sucatinha. Sarney alugou um DC10 da Varig. Dias depois, descobriu-se problema na turbina do jato da FAB. A FCCC também enviara alerta para Ulysses evitar helicóptero, uma semana antes do sumiço do líder do PMDB. A FCCC prestou serviços para Fernando Henrique Cardoso e hoje auxilia o governo Lula."

Fonte: JBlog

Um único comentário meu:

► A consciência de poder escolher, ou seja, o livre arbítrio, é o maior dos grandes valores transmitidos pelo espiritismo que é praticado sem fins comerciais... essa noção de ter o destino nas mãos agrega, entre outras coisas, a busca de escolher bem e o aguçamento da consciência, quando experiências advindas das escolhas tomadas nos são apresentadas... ou buscando sermos bons ou buscando a erraticidade, agregaremos à nossa bagagem um produto final necessário para nossa própria evolução... jamais esperemos, contudo, que a espiritualidade superior, que aflora nossa capacidade de bem servir, de bem decidir, venha em nosso socorro sendo colocada ao bel prazer do homem comum, como usufruto e com o objetivo de que previsões meteorológicas, estratégicas, governamentais, republicanas ou monárquicas possam livrar maus cidadãos das privações de bens de consumo, de serviços ou da própria vida consequentes de suas más escolhas... a fundação cobra coral, ao meu ver, é uma grande fraude e o séquito de empresários que a sustenta e que a apresenta como uma suposta prestadora gratuita de serviços a governantes e governados só está interessada em sorver dividendos da má administração que geralmente caracteriza quem se aproveita da engorda e da desfuncionalidade de um Estado controlado por entidades sobrenaturais, quer jurisdicionadas ou não... o novo apagão previsto pelo caboclo cobra coral já era previsto pelo resultado do TSE em 2002 e 2006 e ele faz parte de um grande e muito mais obscuro apagão das forças democráticas do povo brasileiro, que agora é que começaram a se mostrar... muita coisa não desejável virá doravante e tudo por culpa de nossas más e irresponsáveis decisões frente à urna de votação...

Sem alarde, Lula, afinal arde...

Sem alarde, Lula deve manter Cesare Battisti no Brasil

"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está decidido a manter no Brasil o ativista italiano Cesare Battisti, cuja extradição foi decidida semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por cinco votos a quatro. O Supremo, no entanto, decidiu depois que caberá a Lula a palavra final sobre o assunto. O desafio para o presidente, agora, é encontrar um dispositivo legal que permita a permanência de Battisti, revela reportagem de Chico de Gois na edição do GLOBO desta segunda-feira. A condição de refugiado político está praticamente descartada. A ideia é esperar a polêmica esfriar e anunciar a decisão por meio do Diário Oficial da União, sem alarde. Lembre: Acusado de quatro assassinatos nos anos 70, Battisti foi condenado a prisão perpétua na Itália

Na viagem que fez a Roma, semana passada, Lula conversou com o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi sobre o caso. Ouviu dele, de acordo com membros da comitiva brasileira que acompanharam o presidente, que a amizade entre os dois países continuará a mesma, quer Battisti seja extraditado ou permaneça no país. Na avaliação da comitiva brasileira, o impasse maior está entre as esquerdas italianas que, segundo esses interlocutores, teriam "contas" a acertar com Battisti..."

Fonte: O Globo


Um único comentário meu:

► Sem alarde, afinal arde, Lula da Silva nos seviciará aos homens e estuprará às mulheres, admitindo em nossa sociedade sem valores um homicida, que tenha feito o que fez por motivos políticos ou "comuns", matou 4 pessoas inocentes em prol de objetivos que o fizeram desafeto até dos ex-companheiros de crime... sem alarde também, Ahmadinejad chegou e Lula o recebeu como quem recebe em casa o vizinho bom fazedor de churrasco ou o irmão que nos fez devedores por termos perdido o controle das contas domésticas... sem alarde, afinal arde, Battisti e Ahmadinejad são objetivos da mesma política de desregramento da democracia que o mesmo anfitrião e seu staff tanto arrotaram ter buscado reconstruir... sem alarde, afinal dói...

José Dirceu quer justiça... nós também...

Dirceu diz que quer justiça sobre o escândalo do mensalão

"O ex-ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da Repúiblica, José Dirceu (PT), afirmou hoje (22) que o Partido dos Trabalhadores (PT) ainda não virou a página do escândalo conhecido como mensalão. "Queremos esclarecer o caixa dois", afirmou. "Eu quero justiça, o PT deve discutir isso, inclusive a reforma política", disse aos jornalistas depois de votar, em São Paulo, na eleição para escolher os novos diretores do PT. O termo mensalão faz alusão a um esquema de desvio de verbas públicas, envolvendo o PT, para pagar deputados por apoio a projetos de interesse do governo no Congresso Nacional.

Entre os 39 réus que respondem à ação penal no Supremo Tribunal Federal, estão os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil), Anderson Adauto (Transportes) e Luiz Gushiken (Comunicação do Governo), os deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP) , o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) e o publicitário Marcos Valério. Para Dirceu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também quer esclarecer o episódio, "mas como cidadão"..."

Fonte: Correio Braziliense


Um único comentário meu:

► Confirmando o apagão moral por que passa a alma do povo brasileiro, o PT hoje escolheu representantes em todo o território nacional, demonstrando que já nos acostumamos a conviver com a criminalidade institucional, que foi tipificada pelo mensalão, mas que teve emblemas em todos os setores da vida pública nesses últimos 7 anos... um de seus representantes mais folclóricos, José Dirceu, pediu justiça após votar nas eleições do PT, demonstrando que estar impedido de exercer a cidadania do voto por ter sido cassado em 2005 não o impediu de votar nas eleições que realmente definem alguma coisa, tanto é que se achou no direito de afirmar que a página do mensalão não foi virada e que o PT explicará o caixa dois... tenho tanta certeza que explicará, que até acho injustiça o caixa dois ainda ser dois e não três... na foto, a caixa de votação, com dois votando ao mesmo tempo, demonstrando que o voto na eleição do PT não é tão secreto...

Da série "Amigos íntimos de Lula da Silva"... a doce atração dos maníacos do foro de São Paulo por terroristas...

Chávez chama "Carlos, o Chacal" de "lutador revolucionário"

"O presidente venezuelano, Hugo Chávez, definiu neste sábado o terrorista venezuelano Ilich Ramírez Sánchez, conhecido como "Carlos, o Chacal", de "lutador revolucionário", e disse que está pagando prisão perpétua na França "injustamente". "Carlos na verdade é um lutador revolucionário. Eu o reivindico, não me importa o que digam amanhã na Europa!", afirmou Chávez, perante cerca de 150 delegados de partidos de esquerda de 40 países reunidos em Caracas.

Ramírez Sánchez, capturado no Sudão em 1994, cumpre na França uma pena de prisão perpétua por três atentados perpetrados no país entre 1982 e 1983, que deixaram onze mortos e 190 feridos. O chefe do Estado venezuelano lembrou que "há anos", sendo já presidente, escreveu uma carta a Ramírez e que "na Europa titularam 'Chávez escreve a um terrorista'". "O reivindico como lutador revolucionário, digam o que disserem. Aí está pagando, sobre ele calou uma responsabilidade que não é sua. Sendo venezuelano fez-se palestino. Quantos palestinos seguem sendo assassinados?", disse o líder."

Fonte: Terra

Um único comentário meu:

► Seguindo nossa inexorável marcha rumo ao esgoto da humanidade, tivemos neste fim de semana a chance de assistir mais um habitante do submundo do terrorismo ser aclamado por um habitante do submundo do foro de São Paulo... em um processo que já se massificou em nosso país e nas circunvizinhanças, aqui no Brasil a representação viva de que o crime compensa, uma assaltante de bancos e sequestradora é candidata à sucessão presidencial e na vizinha Venezuela vê-se a representação viva de que o crime pode ser chamado de luta, com um maníaco amigo e tutelado do presidente brasileiro chamando um assassino em série de lutador revolucionário... grandes chances de Battisti gerar jurisprudência internacional e em breves capítulos, vermos o retorno triunfal de Carlos - o chacal... na foto acima, o lutador, mais novo sinônimo de assassino...

O Irã, por um iraniano, às vésperas da visita de seu ditador...

Escritor descreve restrições literárias e físicas impostas pelo Irã

"Farto de escrever “histórias sombrias e amargas, povoadas por fantasmas e com finais previsíveis de morte e destruição”, o autor iraniano Shahriar Mandanipour, radicado nos Estados Unidos desde 2006, optou, em seu último romance – o primeiro lançado no Brasil – por contar uma boa história de amor, mesmo sabendo que a obra nunca seria lida dentro de seu país. No Irã, diz Shahriar, até mesmo a proximidade física ou a troca de olhares entre um homem e uma mulher que não sejam casados ou parentes são consideradas “um prólogo ao pecado mortal”. Em Teerã, censores do Ministério de Cultura e Orientação Islâmica reviram os livros a procura de palavras e frases imorais que possam “poluir a mente do leitor”.

– Viver sob um regime muito religioso, que impõe limitações extremas na vida privada das pessoas, resulta também no banimento do amor – afirma Shahriar. – Portanto, contar uma verdadeira história de amor que se passa no Irã é algo impossível, e algo que pode ter conotações extremamente políticas...

– Mesmo sendo bem sucedido nos EUA e tendo muito mais facilidade em escrever a partir de um país livre, teria preferido criar esse livro na minha própria terra, porque minha literatura nestas circunstâncias teria um significado muito mais profundo. Infelizmente, se eu voltar, há 90% de chance de eu não ter a oportunidade de escrever sequer mais uma linha.

Perguntado sobre a visita ao Brasil do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que chega amanhã para encontros com Lula, Shahriar diz que preferiria que um “presidente legítimo tivesse sido convidado”.

– Ou pelo menos alguém que pudesse mostrar ao Brasil a rica história, a cultura e a gloriosa civilização iraniana, que pudesse dizer que nosso povo é de paz, não apoia o terrorismo e gostaria de começar um relacionamento justo e construtivo com outros países."

Fonte: JB